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domingo, 2 de dezembro de 2012

PARA QUÊ A QUIMIOTERAPIA? Serão as esperanças para o cancro demasiado elevadas, no que respeita à medicina tradicional?


Pelo menos dois terços das pessoas com cancro em estado avançado numa nova investigação acreditam que a quimioterapia que recebem pode curá-los, apesar do tratamento só ser administrado para ganhar tempo ou para lhes dar algum conforto..
“As suas expetativas estão completamente fora da realidade”, disse a Dra. Deborah Schrag do Instituto para o cancro Dana Farber de Boston à Reuters Saúde.
A sua equipa reportou ao New England Journal of Medicine que 69% de pacientes com cancro nos pulmões, e 81% com cancro do colon, não entendem que a quimioterapia que fazem não se destina a eliminar os tumores. Quando estes tipos de cancro se espalham, a quimioterapia apenas se destina a prolongar o tempo de vida para mais umas semanas ou meses, em troca de substanciais efeitos colaterais.
 
Ironicamente, os pacientes que têm algo agradável a dizer sobre a amabilidade dos seus médicos em comunicar com eles, não entendem o propósito dessa comunicação.
“Isto nada tem a ver com maus médicos ou doentes pouco inteligentes”, diz Schrag. “Isto trata-se de uma comunicação dinâmica complexa. É difícil falar com pessoas e dizer-lhes que não se conseguimos curar-lhes o cancro”, porque para os médicos é desconfortável dar notícias aos pacientes que eles se recusam a ouvir e a acreditar.
“Caso os pacientes tenham expetativas irrealistas de cura com uma terapia que é administrada apenas com intenção meramente paliativa, temos sérios problemas um grave problema de comunicação que necessitamos abordar”, escrevem os doutores Thomas Smith and Dan Longo da Johns Hopkins University School of Medicine, num comentário que acompanha o estudo.
“Isto pode explicar porque é que dois meses antes de morrerem, metade dos pacientes com cancro do pulmão  não ouvem qualquer dos seus médicos a proferirem a palavra ‘hospital’", escrevem eles.
 
 O DURO ENFRAQUECIMENTO DO OTIMISMO
 
O estudo sugere que “necessitamos de gastar um pouco mais de tempo a explicar o factos árduos aos pacientes”, diz o Dr. Hossein Borghaei, um oncologista do Fox Chase Cancer Center in Philadelphia, que não esteve envolvido na pesquisa. “Os oncologistas devem não transmitir tanto otimismo e entusiasmo, embora seja difícil.”
Os resultados são baseados em entrevistas com 1193 pacientes aos quais foram diagnosticados cancros com metástases. Todos eles a receber quimioterapia.
 
“O facto de 20 ou 30% dos entrevistados reconhecerem que a quimioterapia não se destina a curá-los, mostra que pelo menos alguns dos pacientes são capazes de aceitar esta realidade e a reconhecerem”, escrevem os pesquisadores.
“Estes não são assuntos triviais. A quimioterapia perto do fim da vida é comum, mas não se destina à sobrevivência,  e esta é a causa evitável do porquê se terem gasto 25% dos fundos médicos no último ano de vida dos pacientes”, escrevem Smith e Longo.
“Existem uma série de danos em não se fazer entender aos pacientes a finalidade da doença”, diz Borghaei. As drogas administradas na quimioterapia, “são poderosas e têm muitos efeitos prejudiciais, a quimioterapia irá causar mais danos do que ajudar o paciente, podendo mesmo encurtar a sua vida. Tudo isto deve ser transmitido e levado em consideração.”
Smith and Longo dizem que provavelmente os resultados da pesquisa são justos, devido ao facto de haverem pacientes que não são avisados de que a sua doença é incurável do ponto de vista médico, pacientes aos quais não  lhes é dito de uma forma que os façam entender e compreender a doença, pacientes que escolhem não acreditar na mensagem e ainda existem os pacientes demasiado otimistas, “ Há provavelmente uma combinação de todas estas possibilidades”, dizem eles.
Borghaei diz que o estudo “ não leva em consideração tudo aquilo que os pacientes trazem para cima da mesa quando lhes é diagnosticado um cancro incurável.
Muitos pacientes insistem que vão vencer o cancro, assim que ouvem as noticias.
“O que é que é suposto fazer nestas alturas? Discutir com o paciente?, diz Borghaei. “Claramente que não é produtivo. Mas eu ouço isto muitas vezes, especialmente de doentes mais jovens.
“Eu penso que este estudo pode servir para se lembrarem de tirar uns minutos para reconhecer o quão difícil é reconhecer que não se trata apenas de uma conversa, mas uma serie de conversas a ter com os pacientes, para ver se estes entenderam o problema, e de como o pretendem resolver”, diz Schrag.
Quando a cura é pouco provável do ponto de vista médico, “devemos ter em consideração que as pessoas têm oportunidade de planear e de se prepararem para aquilo que provavelmente acontecerá”, diz ela.
 
Este artigo destina-se a informar os leitores sobre a quimioterapia, fazendo-os ganhar tempo e levá-los a informarem-se sobre outras possibilidades no que diz respeito a tratamentos alternativos. Existem cancros incuráveis do ponto de vista médico que se curam, embora eu continue a defender que não é através da medicina tradicional. O CANCRO DEIXOU DE SER UMA SENTENÇA DE MORTE, acreditem nisso!
 

 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Medicina Convencional e Medicina Energética


B! Quantum! Medicina Quântica


Vivemos numa Era em que a medicina, fruto de possibilidades que raiam o milagroso, oferece incessantemente novas soluções para os seus males. Ao mesmo tempo, porem, as vozes da desconfiança em relação a esta medicina moderna, tornam-se cada vez mais audíveis.

A cada dia aumenta o número dos que confiam mais nos métodos, antigos ou modernos, da medicina naturalista, da medicina energética e homeopática, do que na medicina cientifica.

Motivos de critica não faltam – efeitos secundários, mutação de sintomas, falta de humanidade, custos exorbitantes para referirmos apenas alguns. Mais interessante do que os motivos da critica  é o facto de que a critica em si mesma responder a um sentimento difuso de que algo falha e de que o caminho empreendido não conduz ao objetivo desejado, ainda que a ação se desenvolva de um modo consequente.  

Para alguns a solução passa pela socialização da medicina, para outros reside na substituição da quimioterapia por medicamentos naturais e vegetais. Enquanto alguns defendem a solução de todos os problemas na investigação das radiações, principalmente em casos de doenças degenerativas, outros defendem com enfase a homeopatia.

Os acupunctores e os investigadores de focos, como é o caso da física e medicina quântica advogam que se desvie a atenção do plano morfológico  para o plano energético da fisiologia.

Se analisarmos todos os métodos e esforços extra académicos no seu conjunto, observamos, para além de uma grande recetividade em relação a toda a diversidade de métodos existentes, a vontade de considerar o ser humano como um todo enquanto ser psíquico fisiológico.

Na minha opinião, é neste ponto que todos concordamos: a medicina académica perdeu o ser humano de vista. A superespecialização e analise são os conceitos fundamentais sobre os quais assenta a investigação académica, mas esses métodos ao mesmo tempo que proporcionam um conhecimento mais minucioso e preciso do pormenor, fazem com que o todo do ser humano se dilua.

A medicina moderna serve, e muito bem, de operações concretas e práticas e não falha por falta de possibilidades de atuação, mas antes em virtude do conceito sobre o qual baseia a sua atuação. Esta tem respondido unicamente a critérios de funcionalidade e eficácia; a falta de bases valeu-lhe o qualificativo de desumana e essa desumanidade manifesta-se num grande numero de situações concretas externas, que não podem ser remediadas através de meras modificações funcionais.

Aqui proponho-me a abordar apenas uma medicina integrativa com métodos e abordagens diferentes que existem entre todas as possibilidades que qualquer um de nós pode hoje em dia experienciar, e esta medicina integrativa vai muito além da medicina convencional ou até mesmo da medicina energética, ela segue no propósito de chegarmos á metafisica da doença e do sintoma.

Quando as pessoas deixam de querer interpretar os acontecimentos que ocorrem no mundo e o curso do seu próprio destino, a sua existência dissolve-se na incoerência e no absurdo. Para interpretar algo é necessário que haja uma referencia exterior ao plano no qual se manifesta aquilo que se pretende interpretar. E muitas vezes, alguns processos deste mundo material não são susceptiveis de ser interpretados sem que se recorra ao mundo metafísico. Tudo o que é visível, concreto e funcional, não é mais do que a expressão de uma ideia, como por exemplo, o valor de uma pintura não reside nem na qualidade da tela, nem nas cores; essas componentes do quadro transmitem apenas uma ideia, de uma imagem interior do artista, tornam visível o invisível e são a expressão física de um conteúdo metafisico.

A medicina quântica numa perspetiva metafísica não se dirige aos racionalistas e materialistas declarados, mas antes àquelas pessoas que estejam dispostas a seguir os caminhos tortuosos e nem sempre lógicos da mente humana. Aquilo que pretendo abordar aqui neste blog, mais do que uma abordagem de doença, saúde ou sintoma, é a viagem da alma humana que se materializa no nível fisiológico do ser humano. Cada opinião vale o que vale, mas aconselho-o a abrir-se ás inúmeras possibilidades que hoje a vida tem para oferecer e faça escolhas conscientes relativamente á sua saúde, quaisquer que sejam as suas escolhas.