quinta-feira, 7 de abril de 2016




EMAGRECER COM SUCESSO - Os Aspetos Psicológicos por detrás do objetivo

Se está cansado de fazer dieta e fica desapontado com os resultados isto é para si!


Emagrecer não se prende apenas com fazer dieta e exercício físico, existem muitos aspetos psicológicos e sabotadores internos que fazem com que você não consiga perder peso facilmente, ou se consegue, repõe-lhe todos os quilos a mais em poucos meses, trazendo-lhe frustração, ansiedade e fazendo-o desistir e regredir na sua intenção e objetivos.
Para conseguir emagrecer com sucesso você necessita de recursos adequados e de mais consciência sobre estes processos psicológicos que dificultam o atingir dos resultados e expetativas. Necessita de ter cumplicidade absoluta com o seu corpo e com a sua mente. Quer você saiba, quer não, existe uma intenção positiva para o facto de o seu corpo manter o peso indesejado. Para emagrecer com sucesso você terá de conhecer essa intenção e satisfazê-la de outra forma, que não seja invadir o frigorífico ou armário e intoxicar-se com comida emocional. Este programa, existe para o apoiar e facilitar todos os recursos que necessita para cumprir com sucesso o seu objetivo e mante-lo no futuro.
Este processo de terapia, envolve diferentes níveis de mudanças profundas em si ao nível do comportamento, das capacidades, das suas crenças e valores, e da sua identidade. No fundo trata-se de tomar consciência das suas representações internas sobre a sua autoestima e da sua relação com o seu corpo, inclusivamente ao nível da sexualidade. Trata-se de elevar a sua consciência sobre quem você realmente é. Informe-se já! O processo é rápido e fácil!

O que este programa pode fazer por si:


  1.  Reconhecer e definir o objetivo e as suas expetativas;
  2.   Identificar e resolver questões psicológicas ao nível das crenças, valores e  identidade para além do objetivo;
  3.   Aprender a conhecer-se, a conhecer o seu corpo e a pensar de forma  realista;
  4.   Mudar o comportamento de “comer sem controlo”;
  5.    Controlar a “comida emocional”;
  6.    Informação sobre nutrição apropriada e o poder da respiração no processo  de emagrecimento
  7.    Manter a motivação.
  8.    Lidar com emoções como o medo, vulnerabilidade e desapontamento.
  9.    Alinhamento dos níveis neurológicos e de estratégias para o sucesso.






QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA - DESUMANIZAÇÃO
Tenho lidado com dezenas de doentes oncológicos com resultados extraordinários, mas assusta-me a comunidade médica e a desumanização de alguns médicos em particular. Os doentes muitas vezes não passam de números de processo. Estive a acompanhar uma senhora com cancro da mama com metástases em estado avançado, que tendo desmaiado assim que lhe mudaram o protocolo da quimioterapia, em vez de pararem e perceber o que se passava, reanimaram-na e insistiram. Conclusão: rebentaram-lhe todas as varizes esofágicas, provocando uma série de hemorragias internas. Ninguém assumiu a responsabilidade! Graças a Deus depois de muito sofrimento, e de prepararem os familiares para o desfecho inevitável, que ela apenas teria algumas horas de vida e contra todas as expetativas, ela sobreviveu e recuperou.
Outro caso que estou a acompanhar, depois de mais de um ano de luta contra um cancro no pulmão inoperável com cerca de 900mm, caso esse também à partida, sem qualquer hipótese de ser vencido (segundo os médicos), uma vez que a radioterapia nada tinha feito a não ser queimar de tal forma o pulmão e o esófago, que nada mais havia a fazer que não viver com o tumor, eis que o doente recupera milagrosamente. O tumor extinguiu-se deixando um vazio no seu lugar, e o resultado dos exames é que o doente não tem uma única célula cancerígena no corpo. Uma semana depois, as lesões sofridas pela radioterapia fortíssima, manifestam-se: o rompimento do esófago leva o doente a ser atirado de um hospital para outro, porque ninguém quer assumir a responsabilidade. Mais uma vez preparam a família para o pior. Diagnóstico:"tem apenas algumas horas de vida". Acredito desta vez que também não será assim! E acreditem que sei do que falo! 
Deus, deu-nos apenas um minuto de vida de cada vez, não algumas horas. E os milagres existem para quem realmente acredita neles!
Com tudo isto eu quero dizer-vos que seja qual for o vosso problema de saúde grande ou pequeno, envolvam-se completamente no vosso processo de cura, e se não confiarem no médico, enfermeiro ou outro qualquer auxiliar de saúde, peçam para mudar! É um direito vosso! Não estou de todo aqui a generalizar, felizmente existem muitos profissionais de saúde humanos e competentes! Simplesmente, vocês não podem ser curados e acompanhados por pessoas em quem não confiam! Não se deixem contaminar por crenças sobre diagnósticos de tempo de vida, que são desumanos. Existem milhares de casos que mostram que grande parte das vezes não é verdade! Acreditem que é possível, por pior que seja o prognóstico. Todos nós temos de morrer um dia, mas ninguém sabe quando. 
O processo de cura começa dentro de si, naquilo que pensa, sente, diz e como age. Envolva-se completamente nesse processo, pesquise outras terapias alternativas e naturais, peça segundas opiniões e decida de acordo com o que fizer mais sentido para si! A vida é sua, e só você pode saber o quanto ela vale!

quarta-feira, 6 de abril de 2016







CURA RÁPIDA DE ALERGIAS

Quando o sistema imunológico funciona bem, identifica substâncias realmente perigosas a fim de proteger  o seu corpo. Esta é a maneira como seu corpo se protege de bactérias ou vírus nocivos. Entretanto, às vezes o sistema imunológico comete um erro e identifica um agente inofensivo, como um alimento, pólen, poeira ou picada de abelha como sendo nocivo, quando na verdade não o é. Se o sistema imunológico pensa que algo é perigoso, a pessoa acaba tendo uma alergia, ao invés de receber proteção. No seu caso, o sistema imunológico cometeu um erro. E quando acontece um erro, o certo é corrigi-lo. 

O processo que vamos usar é um processo de PNL que vai treinar seu sistema imunológico para reagir de maneira mais adequada. Assim, seu sistema imunológico saberá que, apesar de desagradável, não deve se preocupar em demasia com o que quer que lhe cause a reação alérgica. O seu sistema imunológico atuará como o faz diante de qualquer outro agente inócuo.  Venha experimentar!


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Personalidade, stress e Cancro




Personalidade, stress e cancro – o processo psicológico da doença.
Porque é que alguns doentes recuperam e outros morrem, quando o prognóstico é exactamente igual?
A comunidade médica foi lenta em reconhecer o papel do stress na maior parte das doenças. Em grande parte pela orientação meramente física da medicina, ou seja, doenças, têm causas físicas e devem ser tratadas ou curadas através de uma intervenção física.
Pesquisas demonstraram ao longo dos anos que as substâncias carcinogéneas, a predisposição genética, a radiação e a dieta embora possam constituir factores que levam ao desenvolvimento de uma doença oncológica, por si só não são a raiz do problema. Todos nós de uma forma ou outra estamos sujeitos a estes factores, e nem todos adoecemos com cancro.
A identificação de um mecanismo psicológico em que determinados estados emocionais contribuem para a doença, tem sido cada vez mais aceite em virtude das pesquisas sobre o stress crónico.
O instinto de sobrevivência ativa em nós um mecanismo para reconhecer instantaneamente uma ameaça e reagir automaticamente para lutar ou fugir. Contudo, a vida nas sociedades ditas civilizadas requer que inibamos constantemente esta resposta primária.
 Quando um polícia lhe passa uma multa por excesso de velocidade quando já está atrasado para o trabalho, quando o seu chefe o repreende de uma forma agressiva e humilhante, quando a sua mulher ou marido lhe faz uma cena quando chega a casa, o seu corpo é instantaneamente mobilizado para uma reacção. Como você aprende a anular esta reação pelas consequências pessoais ou sociais que pode aportar, a reação natural ao stress não é descarregada gerando um efeito negativo e cumulativo no corpo físico.
Reconhece-se então que um nível elevado de stress emocional aumenta a suscetibilidade para a doença, uma vez que este resulta numa supressão do sistema imunitário, e produz uma série de desequilíbrios hormonais (nomeadamente a adrenalina e o cortisol) que aumentam significativamente a propensão para a produção de células anómalas, precisamente quando o corpo físico tem menos capacidade para as reconhecer e destruir.
Da mesma forma que os outros factores referidos anteriormente, embora sujeitos ao mesmo nível de stress emocional, nem todos desenvolvemos uma doença oncológica. Qual então o factor que nos distingue na reação e gestão de situações de stress? A nossa personalidade.
A forma como reagimos ao stress é um hábito e um comportamento ditado pelas nossas crenças e valores inconscientes acerca de quem somos, quem deveríamos ser, e a forma como o mundo e os outros devem ser. Estes padrões de comportamento orientam-nos e colocam-nos numa posição relativamente à vida.
Muitas das pesquisas sobre personalidade e doença é centrada em determinar algumas características entre pessoas que contraíram uma doença em particular, contudo não deve ficar alarmado caso se associe a algumas destas características. Estes estudos são meramente úteis para que possamos tomar consciência de alguns dos nossos padrões de comportamento. Não o torna definitivo.
Sugerimos então que se você é um doente oncológico ou alguém com medo de contrair cancro, que simplesmente use a pesquisa como um ponto de partida para uma tomada de consciência e lembre-se que todos nos temos tendência para ver aspectos de nos próprios neste tipo de descrições, contudo, a área da psicoterapia e psicologia é tremendamente subjectiva, daí que pessoas com uma personalidade similar, não desenvolvem a mesma doença, da mesma forma que as pessoas sujeitas aos mesmos agentes carcinogéneos, não adoecem com cancro. Existem muitos outros factores que têm um papel preponderante no desenvolvimento de qualquer doença.
Numa pesquisa feita a mais de 500 pessoas com cancro foram encontrados quatro elementos no processo psicológico levantado nas suas histórias de vida e conflitos que experimentaram nos anos imediatamente anteriores à descoberta da doença.
1.       Experiências na infância que resultaram em decisões de se tornarem um determinado tipo de pessoa. Muitos de nós consegue lembrar-se de algo que os nossos pais fizeram ou qualquer figura de autoridade que nos desagradou e nos levou a concluir, “Quando crescer nunca serei como ele/ela”. Ou um tempo em que alguém fez algo que nos marcou positivamente de tal forma que nos levou a copiar, sempre que possível esse comportamento.
Muitas destas decisões efectuadas durante a infância são positivas e têm um efeito benéfico nas nossas vidas. Muitas outras nem tanto. Em alguns casos, estas decisões são tomadas como resultado de um evento traumático ou uma experiência dolorosa. Se as crianças vêem os pais em brigas terríveis, por exemplo, podem tomar a decisão de negar a expressão de qualquer tipo de hostilidade, como raiva ou simplesmente irritação. Consequentemente, estabelecem regras para eles próprios, de que devem ter sempre um comportamento bondoso, agradável, animado, independentemente dos seus verdadeiros sentimentos e emoções. Inconscientemente desenvolvem a crença de que apenas sendo uma pessoa amorosa e delicada é possível obter o amor daqueles que são realmente importantes, mesmo que isso acarrete uma vida em esforço.
Ou algumas crianças começam a acreditar de que são responsáveis pelos sentimentos das outras pessoas, sempre que se apercebem que estas estão tristes, e tomam a decisão de que é a sua responsabilidade ajudá-las a sentirem-se melhores. Este tipo de decisões ou crenças incapacitam-nas na idade subsequente para resolver ou ultrapassar situações difíceis. Na vida adulta, este tipo de acomodação a estes padrões não é de todo apropriada, uma vez que as circunstâncias da vida são diametralmente opostas aquando da tomada da decisão.
Embora muitos de nós tendemos a ver-nos como “somos”, apenas porque “somos assim”, a menos que as nossas escolhas voltem a ser tomadas de uma forma consciente e não inconsciente, as nossas decisões tornam-se limitadas, ou sentir-nos-emos verdadeiramente desesperados e frustrados.
2.       A pessoa é abalada por uma série de eventos que ameaçam a sua identidade, são eles por exemplo, a morte do cônjuge, a reforma, a perda de um cargo ou função importante.
Estes stresses criam um problema com o qual a pessoa não sabe lidar. Não são apenas os eventos que criam o problema, mas também a incapacidade de reagir de acordo com os mesmos padrões de comportamento decididos na infância. É o caso por exemplo, quando uma pessoa centra toda a sua vida no trabalho porque não se permite relacionamentos próximos, e de repente é forçado a retirar-se por reforma ou despedimento. Ou o caso da mulher cujo principal sentido de identidade está ligado ao do marido, e descobre que ele está a ter um caso com outra pessoa.
3.       A pessoa não consegue ver uma forma de mudar as regras sobre como ele deve ou não deve reagir e sente-se encurralado, abandonado ou perdido na solução do problema e pode sentir que se essa mudança possa ter um impacto significativo na sua identidade, ou até mesmo perdê-la. Nesta incapacidade para resolver o problema, a pessoa desiste.
Começam a ver-se como vítimas, porque não se sentem capazes de alterar e a controlar as suas vidas, de forma a resolver os problemas ou a reduzirem o stress.
4.       A pessoa distancia-se do problema, tornando-se estático, inalterado e rígido. Uma vez que a esperança não existe, aparentemente pode mostrar que está a fazer a sua vida normalmente, contudo, nada do que faz tem qualquer significado, excepto manter as aparências. Uma doença séria ou até mesmo a morte, pode representar a solução ou o adiamento do problema.
Nesta pesquisa, a maior parte das pessoas reconheceu este tipo de sentimentos de desamparo e desespero alguns meses antes do aparecimento da doença. Este processo, contudo, não causa uma doença oncológica, antes permite que se desenvolva.
É este “desistir” da vida que pode interferir com o sistema imunitário, através da alteração no equilíbrio hormonal, que leva ao incremento da produção das células anómalas. Fisicamente, cria o clima apropriado para o desenvolvimento do cancro.
É crucial compreendermos que todos nós criamos o significado dos eventos que acontecem nas nossas vidas. O indivíduo que se assume como vítima, normalmente compreende estes acontecimentos como prova de que não existe qualquer esperança ou solução.
Cada um de nós escolhe – embora nem sempre a um nível consciente – como vai reagir. A intensidade do stress é determinado pelo significado que damos às coisas, com a nossa capacidade de movermos os recursos necessários para a solução dos nossos problemas, e com as regras que estabelecemos para lidarmos com o que nos acontece.
Este processo psicológico tem apenas a intenção de o despertar para a acção, e para fazer mudanças na sua vida, não de o assustar ou de o fazer sentir culpado. Uma vez que os estados emocionais contribuem para a doença, da mesma forma podem contribuir para a saúde. Reconhecendo o seu poder na participação da sua saúde, você estará a dar o primeiro passo para a recuperação.






segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

WORKSHOP INTIMIDADE, SEXUALIDADE E RELACIONAMENTOS - OSHO HUMANIVERSITY


WORKSHOP INTIMIDADE, SEXUALIDADE E RELACIONAMENTOS  facilitado por um dos maiores terapeutas da OSHO HUMANIVERSITY  – HOLANDA – DIA 22 A 24 DE FEVEREIRO NA QUINTA DA ENXARA

SOBRE A OSHO HUMANIVERSITY VER MAIS EM www.humaniversity.com



Ketu nasceu na Noruega em 1964 tendo viajado pela Europa, Médio Oriente e Ásia antes de estudar fotografia na Real Academia de Arte na Holanda. A sua afiliação à Humaniversity aconteceu há 23 anos, tendo-se tornado num dos seus mais acreditados terapeutas e formadores certificados residentes desde 1997. A sua especialização no treinamento em sexualidade, intimidade, relacionamentos, trabalho corporal e dança faz dele um dos melhores terapeutas na sua área.
No seu trabalho ele mistura a dança, a expressão corporal, movimento e expressão emocional num processo que empodera e reconecta as pessoas, dando-lhes ferramentas que podem utilizar na sua vida diária no sentido de melhorarem a qualidade dos seus relacionamentos.


Após este workshop você será capaz de…

  • Apreciar mais os seus relacionamentos.
  • Tornar-se claro, sobre quem você realmente é e o que quer manifestar na sua vida.
  • Comunicar com mais eficácia dentro do contexto relacional.
  • Viver mais o momento presente.
  • Tornar-se mais sensível relativamente a si mesmo e aos outros.
  • Respirar mais facilmente e deixar que a plenitude da vida entre em si. 


Neste workshop você aprenderá também…

  •  Como transmitir mais eficazmente as suas necessidades.
  •  Como criar mais intimidade na sua vida.
  •  Como fazer amigos e manter relacionamentos.
  •  Como libertar-se dos seus ressentimentos e sentimentos reprimidos. 
  •  Como passar da depressão para a expressão.
  •  Como divertir-se com a vida e apreciar o seu corpo. 


Todos desejamos intimidade e no entanto temos medo dela. Esta tanto diz respeito aos relacionamentos familiares como a qualquer relacionamento que tenha na sua vida. Quando se der conta do que tem medo, este pode tornar-se um ponto de viragem para si. Tornar-se consciente das suas limitações e começar a fazer escolhas conscientes em vez de reagir continuamente a experiências do passado que não resultaram. Pode deixar cair os seus medos e vergonha, começar a aceitar-se tal como é e a confiar no seu coração. Permita-se ser vulnerável e tenha a coragem de aceitar a comunhão nas suas relações pessoais. Através de dar e receber amor, a sua autoestima e amor próprio emergirão.
Para debater e tratar este tema trouxemos para um Workshop em Portugal um dos maiores terapeutas nesta área para lhe mostrar o quanto você tem capacidade para o amor e para o prazer, se assumir responsabilidade pela sua vida e expressar aquilo que verdadeiramente o faz feliz.


PREÇO ESPECIAL CASAIS 
Preços por pessoa: 290 euros, inclui alojamento e alimentação em fim de semana de retiro.
(255 euros se pago até dia 15 de Fevereiro)
Transferência bancária: 0007 0000 00755076810 23
Contactos: geral.bquantum@gmail.com ou para  sbarata.youbooks@gmail.com 
 tel: 910691140


domingo, 2 de dezembro de 2012

PARA QUÊ A QUIMIOTERAPIA? Serão as esperanças para o cancro demasiado elevadas, no que respeita à medicina tradicional?


Pelo menos dois terços das pessoas com cancro em estado avançado numa nova investigação acreditam que a quimioterapia que recebem pode curá-los, apesar do tratamento só ser administrado para ganhar tempo ou para lhes dar algum conforto..
“As suas expetativas estão completamente fora da realidade”, disse a Dra. Deborah Schrag do Instituto para o cancro Dana Farber de Boston à Reuters Saúde.
A sua equipa reportou ao New England Journal of Medicine que 69% de pacientes com cancro nos pulmões, e 81% com cancro do colon, não entendem que a quimioterapia que fazem não se destina a eliminar os tumores. Quando estes tipos de cancro se espalham, a quimioterapia apenas se destina a prolongar o tempo de vida para mais umas semanas ou meses, em troca de substanciais efeitos colaterais.
 
Ironicamente, os pacientes que têm algo agradável a dizer sobre a amabilidade dos seus médicos em comunicar com eles, não entendem o propósito dessa comunicação.
“Isto nada tem a ver com maus médicos ou doentes pouco inteligentes”, diz Schrag. “Isto trata-se de uma comunicação dinâmica complexa. É difícil falar com pessoas e dizer-lhes que não se conseguimos curar-lhes o cancro”, porque para os médicos é desconfortável dar notícias aos pacientes que eles se recusam a ouvir e a acreditar.
“Caso os pacientes tenham expetativas irrealistas de cura com uma terapia que é administrada apenas com intenção meramente paliativa, temos sérios problemas um grave problema de comunicação que necessitamos abordar”, escrevem os doutores Thomas Smith and Dan Longo da Johns Hopkins University School of Medicine, num comentário que acompanha o estudo.
“Isto pode explicar porque é que dois meses antes de morrerem, metade dos pacientes com cancro do pulmão  não ouvem qualquer dos seus médicos a proferirem a palavra ‘hospital’", escrevem eles.
 
 O DURO ENFRAQUECIMENTO DO OTIMISMO
 
O estudo sugere que “necessitamos de gastar um pouco mais de tempo a explicar o factos árduos aos pacientes”, diz o Dr. Hossein Borghaei, um oncologista do Fox Chase Cancer Center in Philadelphia, que não esteve envolvido na pesquisa. “Os oncologistas devem não transmitir tanto otimismo e entusiasmo, embora seja difícil.”
Os resultados são baseados em entrevistas com 1193 pacientes aos quais foram diagnosticados cancros com metástases. Todos eles a receber quimioterapia.
 
“O facto de 20 ou 30% dos entrevistados reconhecerem que a quimioterapia não se destina a curá-los, mostra que pelo menos alguns dos pacientes são capazes de aceitar esta realidade e a reconhecerem”, escrevem os pesquisadores.
“Estes não são assuntos triviais. A quimioterapia perto do fim da vida é comum, mas não se destina à sobrevivência,  e esta é a causa evitável do porquê se terem gasto 25% dos fundos médicos no último ano de vida dos pacientes”, escrevem Smith e Longo.
“Existem uma série de danos em não se fazer entender aos pacientes a finalidade da doença”, diz Borghaei. As drogas administradas na quimioterapia, “são poderosas e têm muitos efeitos prejudiciais, a quimioterapia irá causar mais danos do que ajudar o paciente, podendo mesmo encurtar a sua vida. Tudo isto deve ser transmitido e levado em consideração.”
Smith and Longo dizem que provavelmente os resultados da pesquisa são justos, devido ao facto de haverem pacientes que não são avisados de que a sua doença é incurável do ponto de vista médico, pacientes aos quais não  lhes é dito de uma forma que os façam entender e compreender a doença, pacientes que escolhem não acreditar na mensagem e ainda existem os pacientes demasiado otimistas, “ Há provavelmente uma combinação de todas estas possibilidades”, dizem eles.
Borghaei diz que o estudo “ não leva em consideração tudo aquilo que os pacientes trazem para cima da mesa quando lhes é diagnosticado um cancro incurável.
Muitos pacientes insistem que vão vencer o cancro, assim que ouvem as noticias.
“O que é que é suposto fazer nestas alturas? Discutir com o paciente?, diz Borghaei. “Claramente que não é produtivo. Mas eu ouço isto muitas vezes, especialmente de doentes mais jovens.
“Eu penso que este estudo pode servir para se lembrarem de tirar uns minutos para reconhecer o quão difícil é reconhecer que não se trata apenas de uma conversa, mas uma serie de conversas a ter com os pacientes, para ver se estes entenderam o problema, e de como o pretendem resolver”, diz Schrag.
Quando a cura é pouco provável do ponto de vista médico, “devemos ter em consideração que as pessoas têm oportunidade de planear e de se prepararem para aquilo que provavelmente acontecerá”, diz ela.
 
Este artigo destina-se a informar os leitores sobre a quimioterapia, fazendo-os ganhar tempo e levá-los a informarem-se sobre outras possibilidades no que diz respeito a tratamentos alternativos. Existem cancros incuráveis do ponto de vista médico que se curam, embora eu continue a defender que não é através da medicina tradicional. O CANCRO DEIXOU DE SER UMA SENTENÇA DE MORTE, acreditem nisso!
 

 

domingo, 28 de outubro de 2012

CANCRO E A MEDICINA QUÂNTICA





O cancro é uma doença dramática que pode ser curada. Todos nós temos células cancerigenas de tempos a tempos. O nosso sistema imunitário normalmente consegue destrui-las antes que consigam proliferar. Quando existe uma disfunção no sistema imunitário as células crescem e multiplicam-se numa massa cancerígena. Para que isto aconteça tem de haver um enfraquecimento geral do sistema imunitário biológico ou outra qualquer irregularidade que pare o reconhecimento apropriado dessas células. O Prémio Nobel da Medicina, há alguns anos atrás, foi galardoado pelo facto de ter descoberto que estimular o sistema imunitário seria a mehor forma de lidar com o cancro e que todas as tecnicas tais como: quimioterapia, radiação e cirurgia seriam maneiras muito pobre de lidar com a situação. Existem alguns que defendem que estas formas abrasivas de lidar com o cancro matam mais pessoas do que o próprio cancro.
Existem muitas terapias naturais que têm um grau muito aceitável de eficácia. Do ponto de vista da Medicina quântica, as nossas técnicas dependem muito de como o sistema imunitário reage à doença. Caso exista uma força de vida enfraquecida ou um Nivel de supressão à cura muito elevado (Indice SOC avaliado pelo SCIO), então talvez os procedimentos tradicionais de Quimioterapia, Radioterapia e Cirurgia sejam indicados para si. Mas se optar por outro caminho, e usar a medicina Quantica conjuntamente com as técnicas médicas tradicionais, este artigo é para si.
O SCIO pode ter efeitos poderosos no seu sistema biológico embora esta terapia necessite de alguma ajuda da sua parte, não só numa melhoria substancial de hábitos de vida mas também no sentido de potenciar o sistema imunitário. Responsabilidade, Dedicação, positivismo, consciência, ausência de julgamento e fé são necessárias. Este caminho requer diligência, perseverança e paciência. Não existe a pílula mágica. No Ocidente já é corrente a ideia de uma saúde mais estruturada como forma de prevenção e isso inclui aprender a relaxar, a comer, a exercício físico e a recorrer cada vez mais a técnicas de cura que utiliza a Medicina Natural.

Já aqui falámos da importância da Dieta e da Nutrição no combate ao cancro.
Entre alguns tratamentos que a medicina quântica disponibiliza para os doentes oncológicos temos:

- Programas Anti- Degeneração e Estímulo do sistema imunitário.
- Terapia específica para o cancro e virus do cancro 
- Estimulo dos ácidos gordos
- Redução de efeitos de quimio e radioterapia
- Homotoxicologia  (estimulo da vitalidade nos orgãos que potenciam a desintoxicação)
- Genética (Cromossomas e Genes)
- Terapias ao sangue (degeneração do sangue, desequilibrio de glóbulos brancos, Leucemia)
- Nutrição
- Homeopatia
- PNL - equilibrio e crescimento emocional e de neurotransmissores.
- Sistema Nervoso
- Tratamento para tipos específicos de cancro
- Terapia para dor.
- Terapia de sono
- Terapia de reatividade

Na Medicina Quantica não tratamos doenças oncológicas ou cancro, simplesmente tratamos pessoas.