quinta-feira, 21 de abril de 2016

DORES FÍSICAS OU EMOCIONAIS - EXERCÍCIO PRÁTICO QUANTUM SPIN



Estava eu um dia numa formação quando de repente, dei comigo com uma forte dor de cabeça. O facilitador no intervalo veio ter comigo, perguntando-me o que se passava. Eu devia estar com uma daquelas caras de sofrimento, possíveis de detetar. Quando lhe falei da minha dor de cabeça ele disse-me: “Transforma essa dor numa imagem que a descreva”. Imediatamente surgiu na minha mente a imagem de um cérebro com várias cores a piscar entre o vermelho e o cor-de-rosa, e essas cores giravam em círculos. Quando a descrevi, ele disse: “Porque é que não fazes girar a dor de cabeça no sentido contrário aos ponteiros do relógio até que ela desapareça?”

Isto foi uma situação engraçada porque ele fazia girar o seu dedo em círculos, enquanto dizia isto, e nisto desapareceu pela porta de uma sala contígua, deixando-me a sós com a minha dor de cabeça.
Em todo o caso, eu fui em frente e fiz o que me disse: coloquei a imagem fora de mim à minha frente e fiz girar a imagem no sentido contrário aos ponteiros do relógio, e a minha dor de cabeça simplesmente desapareceu. Eu devo admitir, que fiquei profundamente surpreendida com a forma tão rápida com que desapareceu. Imediatamente comecei a utilizar esta técnica com os meus clientes e amigos, e obtive resultados incríveis. Com a prática fui intuindo e desenvolvendo o processo e descobri outras técnicas envolvendo este conceito de “QUANTUM SPIN” e consciência holográfica.
A trabalhar com alguém, faço com que a pessoa identifique um sentimento desagradável, uma imagem, ou voz e colocá-las a alguns passos à frente, sob forma de uma imagem holográfica a 3 dimensões. Quando pergunto à pessoa para que lado gira a imagem, obtenho inevitavelmente uma de duas respostas: no sentido dos ponteiros do relógio ou no sentido contrário. Raramente uma pessoa me diz que a imagem não gira.

Então peço à pessoa para fazer girar a imagem no sentido contrário ao que observaram pela primeira vez, e para a fazer girar de forma tão rápida que ela simplesmente exploda e desapareça no universo. Isto como se um vacum gigante aparecesse e sugasse a imagem. E então, faço com que a pessoa imagine, uma “dádiva” especial a aparecer nesse espaço vazio. Essa dádiva muitas vezes serve como uma poderosa fonte de cura para o cliente, e tem um profundo significado para ele. Uma vez que a pessoa recebe a “dádiva”, faço com que ele traga essa essência de cura para dentro de si, para o seu coração (se for uma emoção) ou para uma parte do seu corpo (por exemplo, no caso de uma dor física).

Com o tempo fui reparando que esta dádiva aparece sob a forma de arquétipo com especial significado para a pessoa, independentemente da sua forma, cor ou outra qualquer característica que possua. Aparece normalmente como um diamante irradiando luz, uma caixa do tesouro ou uma rosa.
Apesar das minhas dúvidas iniciais, comecei a envolver-me no assunto e a ler acerca do “quantum spin” e biofísica do cérebro. Através dessa pesquisa, descobri alguns cientistas de renome, que acreditam que cada pensamento, sentimento e emoção que temos, consistem em estados quânticos diferentes que são mediados através do “quantum spin” e da geometria espaço-temporal.
Esta é uma forma prática de libertar energia negativa, esteja ela sob forma de dor física ou emocional. É também uma forma de trabalhar com a energia da nossa mente, e com a natureza holográfica da nossa consciência.



De uma forma interessante, todo o conceito de “fazer girar os problemas para fora” assenta numa tradição Sufi que remonta ao séc. XII. Esta prática baseia-se num transe em que o Whirling Dervish, um dançarino místico roda e gira num ritmo preciso, que representa a terra a girar no seu eixo em volta do sol. O propósito deste ritual para o dervish, é esvaziar-se de todos os pensamentos negativos, e atingir o êxtase espiritual através desta forma sagrada de girar o corpo.
Na sua essência, eu penso que este movimento giratório está presente em todo o fluxo de vida, desde todos os tempos…é assim que os eletrões se movem em torno do núcleo do átomo, os planetas giram em volta do sol, o planeta terra gira no seu eixo e os dervishes giram em êxtase.


Como fazer chá de gengibre para emagrecer e afastar gripes
Bebida precisa ser preparada da maneira certa para ser benéfica

Afastar gripes e resfriados, aliviar a dor de garganta e ainda ajudar a emagrecer. Todos esses são benefícios do gengibre, raiz poderosa que dá mais saúde e seca gordura. Uma das formas mais populares de consumo do alimento é o chá de gengibre. Mas, para que a bebida seja realmente potente, ela deve ser preparada da maneira certa.
O principal cuidado deve ser ao expor o gengibre ao calor, já que há profissionais que afirmam que ele pode perder suas propriedades quando colocado em água muito quente.



Receita de chá de gengibre

Ingredientes:

1 colher de chá de gengibre ralado ou 4 rodelas da raiz
1 chávena de chá de água

Modo de Fazer

Opção 1: Coloque a água num recipiente ao lume e despeje o gengibre ralado. Deixe exposto ao calor até que a água comece a fazer bolinhas, mas antes de levantar fervura. Depois disso, desligue o lume.

Opção 2: Deixe a panela com água sobre o lume até que chegue ao mesmo ponto de criar bolinhas, antes de levantar fervura. Neste momento, adicione as rodelas de gengibre à água, tape a panela e desligue o lume. Deixe descansar por 10 minutos, coe e beba em seguida.



Dicas para consumir:
Para emagrecer, o ideal é evitar adição de açúcar ao chá.
Tomar chá de gengibre antes de dormir pode ajudar a emagrecer durante o sono, já que ele é um alimento termogénico capaz de acelerar o metabolismo e estimular a queima de gordura.
Se quiser potenciar os efeitos do chá e afastar gripes e resfriados, adicione uma rodela de limão e adoce com mel. Ambos ajudam a aumentar a imunidade.









quinta-feira, 7 de abril de 2016

ESCLARECIMENTO A DÚVIDAS DO PROCESSO DE CURA RÁPIDA DE ALERGIAS COM PNL

Obrigado pelos pedidos de informação sobre esta técnica de cura rápida de alergias com PNL.
Tendo em conta muitos pedidos de esclarecimento e dúvidas sobre o processo decidi aqui prestar alguns esclarecimentos mais profundos sobre a mesma.
Compreendendo que as alergias são um problema cada vez maior para milhares de pessoas que está a aumentar de dia pra dia. Existem poucos medicamentos para o problema mesmo dentro das terapias alternativas.
Á primeira vista a ideia de que a mente pode ser utilizada para a cura de alergias e dos seus sintomas pode ser chocante e por vezes, sentida acredito eu, como um insulto. Contudo, não é a minha intenção, nem quero dizer que todas as alergias podem ser resolvidas com a mente – esta seria uma declaração ludibriosa com desrespeito total pela severidade de algumas alergias e a sua realidade.
Existem contudo evidencias, de que existem pessoas que sofrem apenas por saber que vão estar expostas ao elemento alérgeno. Eu tive, em tempos, uma cliente que teve uma reação alérgica perante uma rosa artificial. Para muitas pessoas, infelizmente não é esse o caso. A maior parte das alergias acontecem mesmo a pessoa não estando consciente de estar ou não na presença do alérgeno.
A psiconeuroimunologia (PNI), um ramo da Imunologia, que explora a utilização da relação corpo-mente e o seu efeito no sistema nervoso e imunitário, defende que a importância da mente na expetativa de cura é reafirmada pelo efeito placebo, efeito este que não é sequer questionado dentro da comunidade médica.
Pesquisas no seio da PNI levaram a algumas conclusões fantásticas. Algumas experiencias demonstraram que o sistema imunitário de ratos podiam ser afetados ou mudados perante mudança de algumas condições. Descobriu-se que os ratos podiam ser ensinados a ser alérgicos a algo tão inofensivo como agua salgada. Parte-se então do principio que uma vez que o sistema imunitário pode ser ensinado, também pode desaprender. Este é um passo lógico seguido pela PNI.
Também vários jornais médicos sugerem que existem pessoas com múltiplas personalidades e identidades que manifestam reações alérgicas em algumas personalidades e não noutras. http://findarticles.com/p/articles/mi_m0ISW/is_274/ai_n16359703 . De novo isto demonstra a tremenda importância da mente na produção de sintomas que é incongruente com a identidade do individuo.
Neste processo, a sua segurança é assegurada como máxima prioridade. Recomendo sempre que as pessoas continuem com os seus tratamentos médicos, até os sintomas serem removidos, o que muitas vezes acontece em apenas uma sessão, mas depende obviamente da alergia que estamos a tratar e dos fatores que a manifestam.
Em alguns casos não resulta, contudo, não se conhecem quaisquer efeitos secundários deste processo e a maioria dos clientes estão satisfeitos, levando agora uma existência livre de sintomas alérgicos.




EMAGRECER COM SUCESSO - Os Aspetos Psicológicos por detrás do objetivo

Se está cansado de fazer dieta e fica desapontado com os resultados isto é para si!


Emagrecer não se prende apenas com fazer dieta e exercício físico, existem muitos aspetos psicológicos e sabotadores internos que fazem com que você não consiga perder peso facilmente, ou se consegue, repõe-lhe todos os quilos a mais em poucos meses, trazendo-lhe frustração, ansiedade e fazendo-o desistir e regredir na sua intenção e objetivos.
Para conseguir emagrecer com sucesso você necessita de recursos adequados e de mais consciência sobre estes processos psicológicos que dificultam o atingir dos resultados e expetativas. Necessita de ter cumplicidade absoluta com o seu corpo e com a sua mente. Quer você saiba, quer não, existe uma intenção positiva para o facto de o seu corpo manter o peso indesejado. Para emagrecer com sucesso você terá de conhecer essa intenção e satisfazê-la de outra forma, que não seja invadir o frigorífico ou armário e intoxicar-se com comida emocional. Este programa, existe para o apoiar e facilitar todos os recursos que necessita para cumprir com sucesso o seu objetivo e mante-lo no futuro.
Este processo de terapia, envolve diferentes níveis de mudanças profundas em si ao nível do comportamento, das capacidades, das suas crenças e valores, e da sua identidade. No fundo trata-se de tomar consciência das suas representações internas sobre a sua autoestima e da sua relação com o seu corpo, inclusivamente ao nível da sexualidade. Trata-se de elevar a sua consciência sobre quem você realmente é. Informe-se já! O processo é rápido e fácil!

O que este programa pode fazer por si:


  1.  Reconhecer e definir o objetivo e as suas expetativas;
  2.   Identificar e resolver questões psicológicas ao nível das crenças, valores e  identidade para além do objetivo;
  3.   Aprender a conhecer-se, a conhecer o seu corpo e a pensar de forma  realista;
  4.   Mudar o comportamento de “comer sem controlo”;
  5.    Controlar a “comida emocional”;
  6.    Informação sobre nutrição apropriada e o poder da respiração no processo  de emagrecimento
  7.    Manter a motivação.
  8.    Lidar com emoções como o medo, vulnerabilidade e desapontamento.
  9.    Alinhamento dos níveis neurológicos e de estratégias para o sucesso.






QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA - DESUMANIZAÇÃO
Tenho lidado com dezenas de doentes oncológicos com resultados extraordinários, mas assusta-me a comunidade médica e a desumanização de alguns médicos em particular. Os doentes muitas vezes não passam de números de processo. Estive a acompanhar uma senhora com cancro da mama com metástases em estado avançado, que tendo desmaiado assim que lhe mudaram o protocolo da quimioterapia, em vez de pararem e perceber o que se passava, reanimaram-na e insistiram. Conclusão: rebentaram-lhe todas as varizes esofágicas, provocando uma série de hemorragias internas. Ninguém assumiu a responsabilidade! Graças a Deus depois de muito sofrimento, e de prepararem os familiares para o desfecho inevitável, que ela apenas teria algumas horas de vida e contra todas as expetativas, ela sobreviveu e recuperou.
Outro caso que estou a acompanhar, depois de mais de um ano de luta contra um cancro no pulmão inoperável com cerca de 900mm, caso esse também à partida, sem qualquer hipótese de ser vencido (segundo os médicos), uma vez que a radioterapia nada tinha feito a não ser queimar de tal forma o pulmão e o esófago, que nada mais havia a fazer que não viver com o tumor, eis que o doente recupera milagrosamente. O tumor extinguiu-se deixando um vazio no seu lugar, e o resultado dos exames é que o doente não tem uma única célula cancerígena no corpo. Uma semana depois, as lesões sofridas pela radioterapia fortíssima, manifestam-se: o rompimento do esófago leva o doente a ser atirado de um hospital para outro, porque ninguém quer assumir a responsabilidade. Mais uma vez preparam a família para o pior. Diagnóstico:"tem apenas algumas horas de vida". Acredito desta vez que também não será assim! E acreditem que sei do que falo! 
Deus, deu-nos apenas um minuto de vida de cada vez, não algumas horas. E os milagres existem para quem realmente acredita neles!
Com tudo isto eu quero dizer-vos que seja qual for o vosso problema de saúde grande ou pequeno, envolvam-se completamente no vosso processo de cura, e se não confiarem no médico, enfermeiro ou outro qualquer auxiliar de saúde, peçam para mudar! É um direito vosso! Não estou de todo aqui a generalizar, felizmente existem muitos profissionais de saúde humanos e competentes! Simplesmente, vocês não podem ser curados e acompanhados por pessoas em quem não confiam! Não se deixem contaminar por crenças sobre diagnósticos de tempo de vida, que são desumanos. Existem milhares de casos que mostram que grande parte das vezes não é verdade! Acreditem que é possível, por pior que seja o prognóstico. Todos nós temos de morrer um dia, mas ninguém sabe quando. 
O processo de cura começa dentro de si, naquilo que pensa, sente, diz e como age. Envolva-se completamente nesse processo, pesquise outras terapias alternativas e naturais, peça segundas opiniões e decida de acordo com o que fizer mais sentido para si! A vida é sua, e só você pode saber o quanto ela vale!

quarta-feira, 6 de abril de 2016







CURA RÁPIDA DE ALERGIAS

Quando o sistema imunológico funciona bem, identifica substâncias realmente perigosas a fim de proteger  o seu corpo. Esta é a maneira como seu corpo se protege de bactérias ou vírus nocivos. Entretanto, às vezes o sistema imunológico comete um erro e identifica um agente inofensivo, como um alimento, pólen, poeira ou picada de abelha como sendo nocivo, quando na verdade não o é. Se o sistema imunológico pensa que algo é perigoso, a pessoa acaba tendo uma alergia, ao invés de receber proteção. No seu caso, o sistema imunológico cometeu um erro. E quando acontece um erro, o certo é corrigi-lo. 

O processo que vamos usar é um processo de PNL que vai treinar seu sistema imunológico para reagir de maneira mais adequada. Assim, seu sistema imunológico saberá que, apesar de desagradável, não deve se preocupar em demasia com o que quer que lhe cause a reação alérgica. O seu sistema imunológico atuará como o faz diante de qualquer outro agente inócuo.  Venha experimentar!


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Personalidade, stress e Cancro




Personalidade, stress e cancro – o processo psicológico da doença.
Porque é que alguns doentes recuperam e outros morrem, quando o prognóstico é exactamente igual?
A comunidade médica foi lenta em reconhecer o papel do stress na maior parte das doenças. Em grande parte pela orientação meramente física da medicina, ou seja, doenças, têm causas físicas e devem ser tratadas ou curadas através de uma intervenção física.
Pesquisas demonstraram ao longo dos anos que as substâncias carcinogéneas, a predisposição genética, a radiação e a dieta embora possam constituir factores que levam ao desenvolvimento de uma doença oncológica, por si só não são a raiz do problema. Todos nós de uma forma ou outra estamos sujeitos a estes factores, e nem todos adoecemos com cancro.
A identificação de um mecanismo psicológico em que determinados estados emocionais contribuem para a doença, tem sido cada vez mais aceite em virtude das pesquisas sobre o stress crónico.
O instinto de sobrevivência ativa em nós um mecanismo para reconhecer instantaneamente uma ameaça e reagir automaticamente para lutar ou fugir. Contudo, a vida nas sociedades ditas civilizadas requer que inibamos constantemente esta resposta primária.
 Quando um polícia lhe passa uma multa por excesso de velocidade quando já está atrasado para o trabalho, quando o seu chefe o repreende de uma forma agressiva e humilhante, quando a sua mulher ou marido lhe faz uma cena quando chega a casa, o seu corpo é instantaneamente mobilizado para uma reacção. Como você aprende a anular esta reação pelas consequências pessoais ou sociais que pode aportar, a reação natural ao stress não é descarregada gerando um efeito negativo e cumulativo no corpo físico.
Reconhece-se então que um nível elevado de stress emocional aumenta a suscetibilidade para a doença, uma vez que este resulta numa supressão do sistema imunitário, e produz uma série de desequilíbrios hormonais (nomeadamente a adrenalina e o cortisol) que aumentam significativamente a propensão para a produção de células anómalas, precisamente quando o corpo físico tem menos capacidade para as reconhecer e destruir.
Da mesma forma que os outros factores referidos anteriormente, embora sujeitos ao mesmo nível de stress emocional, nem todos desenvolvemos uma doença oncológica. Qual então o factor que nos distingue na reação e gestão de situações de stress? A nossa personalidade.
A forma como reagimos ao stress é um hábito e um comportamento ditado pelas nossas crenças e valores inconscientes acerca de quem somos, quem deveríamos ser, e a forma como o mundo e os outros devem ser. Estes padrões de comportamento orientam-nos e colocam-nos numa posição relativamente à vida.
Muitas das pesquisas sobre personalidade e doença é centrada em determinar algumas características entre pessoas que contraíram uma doença em particular, contudo não deve ficar alarmado caso se associe a algumas destas características. Estes estudos são meramente úteis para que possamos tomar consciência de alguns dos nossos padrões de comportamento. Não o torna definitivo.
Sugerimos então que se você é um doente oncológico ou alguém com medo de contrair cancro, que simplesmente use a pesquisa como um ponto de partida para uma tomada de consciência e lembre-se que todos nos temos tendência para ver aspectos de nos próprios neste tipo de descrições, contudo, a área da psicoterapia e psicologia é tremendamente subjectiva, daí que pessoas com uma personalidade similar, não desenvolvem a mesma doença, da mesma forma que as pessoas sujeitas aos mesmos agentes carcinogéneos, não adoecem com cancro. Existem muitos outros factores que têm um papel preponderante no desenvolvimento de qualquer doença.
Numa pesquisa feita a mais de 500 pessoas com cancro foram encontrados quatro elementos no processo psicológico levantado nas suas histórias de vida e conflitos que experimentaram nos anos imediatamente anteriores à descoberta da doença.
1.       Experiências na infância que resultaram em decisões de se tornarem um determinado tipo de pessoa. Muitos de nós consegue lembrar-se de algo que os nossos pais fizeram ou qualquer figura de autoridade que nos desagradou e nos levou a concluir, “Quando crescer nunca serei como ele/ela”. Ou um tempo em que alguém fez algo que nos marcou positivamente de tal forma que nos levou a copiar, sempre que possível esse comportamento.
Muitas destas decisões efectuadas durante a infância são positivas e têm um efeito benéfico nas nossas vidas. Muitas outras nem tanto. Em alguns casos, estas decisões são tomadas como resultado de um evento traumático ou uma experiência dolorosa. Se as crianças vêem os pais em brigas terríveis, por exemplo, podem tomar a decisão de negar a expressão de qualquer tipo de hostilidade, como raiva ou simplesmente irritação. Consequentemente, estabelecem regras para eles próprios, de que devem ter sempre um comportamento bondoso, agradável, animado, independentemente dos seus verdadeiros sentimentos e emoções. Inconscientemente desenvolvem a crença de que apenas sendo uma pessoa amorosa e delicada é possível obter o amor daqueles que são realmente importantes, mesmo que isso acarrete uma vida em esforço.
Ou algumas crianças começam a acreditar de que são responsáveis pelos sentimentos das outras pessoas, sempre que se apercebem que estas estão tristes, e tomam a decisão de que é a sua responsabilidade ajudá-las a sentirem-se melhores. Este tipo de decisões ou crenças incapacitam-nas na idade subsequente para resolver ou ultrapassar situações difíceis. Na vida adulta, este tipo de acomodação a estes padrões não é de todo apropriada, uma vez que as circunstâncias da vida são diametralmente opostas aquando da tomada da decisão.
Embora muitos de nós tendemos a ver-nos como “somos”, apenas porque “somos assim”, a menos que as nossas escolhas voltem a ser tomadas de uma forma consciente e não inconsciente, as nossas decisões tornam-se limitadas, ou sentir-nos-emos verdadeiramente desesperados e frustrados.
2.       A pessoa é abalada por uma série de eventos que ameaçam a sua identidade, são eles por exemplo, a morte do cônjuge, a reforma, a perda de um cargo ou função importante.
Estes stresses criam um problema com o qual a pessoa não sabe lidar. Não são apenas os eventos que criam o problema, mas também a incapacidade de reagir de acordo com os mesmos padrões de comportamento decididos na infância. É o caso por exemplo, quando uma pessoa centra toda a sua vida no trabalho porque não se permite relacionamentos próximos, e de repente é forçado a retirar-se por reforma ou despedimento. Ou o caso da mulher cujo principal sentido de identidade está ligado ao do marido, e descobre que ele está a ter um caso com outra pessoa.
3.       A pessoa não consegue ver uma forma de mudar as regras sobre como ele deve ou não deve reagir e sente-se encurralado, abandonado ou perdido na solução do problema e pode sentir que se essa mudança possa ter um impacto significativo na sua identidade, ou até mesmo perdê-la. Nesta incapacidade para resolver o problema, a pessoa desiste.
Começam a ver-se como vítimas, porque não se sentem capazes de alterar e a controlar as suas vidas, de forma a resolver os problemas ou a reduzirem o stress.
4.       A pessoa distancia-se do problema, tornando-se estático, inalterado e rígido. Uma vez que a esperança não existe, aparentemente pode mostrar que está a fazer a sua vida normalmente, contudo, nada do que faz tem qualquer significado, excepto manter as aparências. Uma doença séria ou até mesmo a morte, pode representar a solução ou o adiamento do problema.
Nesta pesquisa, a maior parte das pessoas reconheceu este tipo de sentimentos de desamparo e desespero alguns meses antes do aparecimento da doença. Este processo, contudo, não causa uma doença oncológica, antes permite que se desenvolva.
É este “desistir” da vida que pode interferir com o sistema imunitário, através da alteração no equilíbrio hormonal, que leva ao incremento da produção das células anómalas. Fisicamente, cria o clima apropriado para o desenvolvimento do cancro.
É crucial compreendermos que todos nós criamos o significado dos eventos que acontecem nas nossas vidas. O indivíduo que se assume como vítima, normalmente compreende estes acontecimentos como prova de que não existe qualquer esperança ou solução.
Cada um de nós escolhe – embora nem sempre a um nível consciente – como vai reagir. A intensidade do stress é determinado pelo significado que damos às coisas, com a nossa capacidade de movermos os recursos necessários para a solução dos nossos problemas, e com as regras que estabelecemos para lidarmos com o que nos acontece.
Este processo psicológico tem apenas a intenção de o despertar para a acção, e para fazer mudanças na sua vida, não de o assustar ou de o fazer sentir culpado. Uma vez que os estados emocionais contribuem para a doença, da mesma forma podem contribuir para a saúde. Reconhecendo o seu poder na participação da sua saúde, você estará a dar o primeiro passo para a recuperação.