O fluxo da doença

B! Quantum! Medicina QuânticaA doença começa quando um elemento stressante ou uma intrusão causam uma disrupção do fluxo. A facilidade do fluxo é agora a doença. Hans SEYLE perfilou um sistema médico onde a enfermidade sobrevive como um tipo de stress. O contato com o elemento stressante produz uma fase de alarme, que surge quando o organismo tenta combater o elemento, e isto pode ser um vírus, uma emoção, toxinas, etc. Assim, o sintoma não é mais do que uma reação de alarme do organismo. Se lutamos contra o sintoma mas não a causa, deixamos de nos poder curar. Por exemplo, quando uma criança é exposta a uma tensão (como por exemplo, uma bactéria de outra criança), o sintoma aparece, neste exemplo podemos considerar uma dor de garganta. O sintoma é apenas sinal de enfermidade no fluxo. Significa que o sistema imunológico necessita de ajuda. Lutar contra o sintoma, é o que faz a medicina tradicional. O médico vai receitar um antipirético para a febre, um inibidor para a depressão, serotonina para o desespero, comprimidos para problemas de tensão arterial, antibióticos para atacar a bactéria que debilitam ainda mais o sistema imunológico, etc. Por isso torna-se comum, os indivíduos tomarem medicação vitalícia, para o coração, anti depressivos para o resto da vida, comprimidos para a digestão, etc. O foco da medicina tradicional é na doença e no sintoma, enquanto o foco da medicina quântica energética é a saúde e a causa do sintoma. Esta é a grande diferença entre elas.
Assim a criança com a dor de garganta podia ter uma toxina ou uma deficiência alimentar que tenham diminuído o seu sistema imunitário, como a causa da dor de garganta. O corpo tenta desintoxicar e estimular o sistema imunológico com o sintoma. O corpo tenta curar-se e tudo ficaria bem. Contudo, esta criança é levada a um médico que descobre o sintoma num instante e prescreve um antibiótico e um anti inflamatório, frustrando o corpo nas suas próprias tentativas de cura e desintoxicação. A doença agudiza-se, o sintoma desaparece mas causa uma enfermidade pior que a primeira e esta vai requerer outro medicamento alopático, e outro, e outro. À fase de reação segue-se a fase de adaptação. Aqui o sintoma desaparece devido à familiarização do organismo com o fator stressante e nesta fase a doença progride, até já não conseguir com que a força de vida e o corpo natural se possam adaptar e lutar por si mesmos. Agora as doenças degenerativas aparecem numa espiral descendente. A medicação do sintoma e a medicação do sintoma da enfermidade continuarão num processo até que a morte o pare. Uma pessoa de 70 anos consome em média 8 medicamentos por dia, e a média de uma pessoa de 80 anos é de 10.
Chegámos assim à conclusão extremamente importante que deveria mudar para sempre toda a história da medicina: A AUSÊNCIA DE SINTOMAS NÃO É SINAL DE SAÚDE. Assim, uma pessoa pode não ter qualquer sintoma e padecer de uma enfermidade grave. A alopatia deve ser utilizada apenas nas intervenções de estados críticos.
Se o elemento stressante persiste, o corpo progride da fase de adaptação para a fase de esgotamento. Os órgãos debilitam-se criando uma disfunção (fase disfuncional), o que significa que eles vão produzir menos, ou excesso de hormonas, enzimas e outros. Ao fim de algum tempo os órgãos passam para a fase orgânica onde atrofiam (encolhem) ou hipertrofiam (incham). Chegámos então, à doença física. E se o elemento stressante prossegue, os resultados da última fase são a morte. Morte celular, morte de órgão, morte do sistema…morte do corpo físico.


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